Área de atuação

Uroginecologista

Se você está em Cascavel, no Paraná, procurando um uroginecologista, esta página reúne o diagnóstico e o tratamento cirúrgico das principais condições do assoalho pélvico feminino: cistocele, retocele e prolapso uterino (prolapso de órgãos pélvicos), além da incontinência urinária feminina associada. O atendimento é acolhedor e individualizado, com avaliação clínica completa antes de qualquer indicação de tratamento.

Procedimentos e condições

O que tratamos

01

Correção de cistocele

Cistocele, popularmente chamada de bexiga caída, é o prolapso da parede vaginal anterior que permite a descida da bexiga em direção ao canal vaginal, por enfraquecimento do assoalho pélvico. Os sintomas incluem sensação de peso ou bola na vagina, dificuldade para esvaziar a bexiga e, em graus mais avançados, exteriorização do tecido. A correção cirúrgica reposiciona e sustenta a bexiga.

02

Correção de retocele

Retocele é o prolapso da parede vaginal posterior que permite a protrusão do reto em direção ao canal vaginal, por enfraquecimento do septo retovaginal e da musculatura do assoalho pélvico. Pode causar sensação de peso vaginal, dificuldade para evacuar e necessidade de compressão manual para completar a evacuação. A correção cirúrgica reforça o septo e reposiciona o reto.

03

Correção de prolapso uterino (prolapso de órgãos pélvicos)

Prolapso uterino é a descida do útero em direção ao canal vaginal ou para fora dele, por enfraquecimento dos ligamentos e músculos que o sustentam no assoalho pélvico, e é classificado em graus conforme a extensão da descida. Faz parte do espectro amplo do prolapso de órgãos pélvicos, que pode envolver bexiga e reto associados. O tratamento cirúrgico é individualizado.

04

Incontinência urinária feminina

Incontinência urinária feminina é a perda involuntária de urina, mais comumente por esforço (tosse, espirro, exercício) ou por urgência, associada a enfraquecimento do assoalho pélvico, muitas vezes junto com cistocele ou prolapso uterino. A avaliação inclui história clínica, exame físico e, quando indicado, estudo urodinâmico, para definir entre tratamento conservador ou cirúrgico.

Dúvidas comuns

Perguntas
frequentes

Não. O prolapso uterino é uma condição estrutural, ligada ao enfraquecimento do assoalho pélvico, e não é uma lesão cancerígena nem se transforma em câncer. Ainda assim, qualquer sangramento ou alteração incomum deve ser avaliada em consulta, para descartar outras causas.

Sim. Fisioterapia do assoalho pélvico e o uso de pessário, um dispositivo de silicone inserido na vagina para sustentar os órgãos pélvicos, são opções não cirúrgicas, avaliadas conforme o grau do prolapso, os sintomas e a preferência da paciente, antes de indicar cirurgia.

Cistocele e retocele são classificadas em graus, de acordo com a extensão da descida do órgão em relação ao introito vaginal, do grau 1 (leve) ao grau 4 (mais acentuado). O grau, avaliado no exame físico, ajuda a definir se o tratamento inicial é conservador ou cirúrgico.

O diagnóstico começa por história clínica e exame físico ginecológico, com a paciente em repouso e em esforço, para avaliar a extensão do prolapso. Exames de imagem complementares podem ser solicitados conforme o caso, para melhor planejamento do tratamento.